Me animei em escrever porque essa foi inusitada! Pode acontecer com qualquer um. Tomara que não seja comigo! Pois é. Um cara entrou no táxi e falou: "Amigo vamos passar no Flamengo (bairro daqui do Rio) pegar uma pessoa e seguimos para Lapa (Outro bairro aqui do Rio de Janeiro)." Chegamos no Flamengo e me entra uma mulher que eu fiquei com a impressão de que a conhecia, mas não lembrava da onde. Eles no banco de trás se agarravam e não paravam com carinhos mútuos. Até aí, tudo certo, normal duas pessoas que se gostam, se beijarem. Chegamos no destino, que foi em um motel na Lapa, o malandro pagou a corrida e enfim tudo na normalidade. Mas, eu fiquei com a sensação de que conhecia aquela mulher.
Pois bem. Chegou o fim de semana e eu estava em uma esquina lá perto da casa de minha mãe. É no Maracanã (outro bairro do RJ). Era um sábado, uma tarde ensolarada, um caldinho de siri, churrasco, cerveja gelada e pra completar um grupo de forró bacana tocando. Eu com uma "vontade incrível" de trabalhar (rs!), acabei ficando claro. Então! Nesse clima de alegria, alguns casais dançando (até eu dancei), de repente meus olhos encontram quem? A mulher da corrida de táxi. Mas o pior é que lembrei da onde eu a conhecia na hora. Ela era a mulher de um conhecido lá da rua. Quando ela me viu, seu semblante mudou na hora. E não parava de me olhar desconfiada de mim e eu pensava: "Ih!! Deve ter sacado que eu era o motorista do táxi que ela tinha pego com o amante naquela mesma semana."
É isso pode acontecer com qualquer pessoa. Mas que ela é traidora, sem dúvida!
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Conheceram-se no taxi e casaram!
Fazia tempo que não escrevia! Mas essa história foi demais para minha cabeça. No início de 2009, estou eu vindo com o meu taxi em frente a UERJ (para quem não sabe é a Universidade estadual do Rio de Janeiro), na Tijuca, quando duas pessoas simultaneamente fizeram sinal para mim. Um homem e mais a frente uma mulher. Lógico dei preferência para moça, bem vistosa por sinal. Quando parei, a menina foi entrando no carro, e o rapaz veio da onde estava e disse, "-Eu fiz sinal para ele". Ela prontamente falou "-Eu também". O rapaz não foi gentil e indagou que ele quem deveria ir pois estava mais a frente e ela contra atacou dizendo que eu tinha parado era para ela. Nesse instante percebi que os dois iriam bater boca então perguntei para ela, "-Você vai pra onde?" Ela disse que iria para o prédio da Petrobrás na Tijuca mesmo. Virei para ele e fiz a mesma pergunta e ele disse que ia para Torre do Rio Sul. Minha cuca logo pensou, " A corrida do rapaz é mais graúda, mas a menina é um escândalo de bonita". Enfim opinei para irem os dois no carro e falei para o rapaz que era caminho. Caô! Dava uma voltinha para deixá-la, mas ele deve ter pensado o mesmo que eu; a menina era demais. Ela topou também. Simbora! Logo que saí os dois já caíram em uma conversa boa e animada sobre um assunto qualquer, se entenderam rapidamente. Descobriram que os dois estudavam na UERJ. Minha percepção foi que um simpatizou com o outro, bacana! Quando cheguei no destino dela, ele foi cavalheiro e disse que acertava tudo. Ela não titubeou e aceitou. Eles se cumprimentaram e comentaram a gente se vê na faculdade. Quando ela saiu, ele passou para frente e começamos os elogios para ela. Aqueles papos masculinos que todos já conhecem. Lógico, sem termos baixos, até porque não nos conhecíamos. Comentei com ele que ela deu bola para ele e que a minha percepção era de que o caminho estava aberto. Era só encontrar na faculdade. Ele chegou no seu destino, nos cumprimentamos e era apenas mais uma corrida.
Pois bem! Estou eu de taxi agora em 2010 quando um casal faz sinal novamente na Tijuca. Eles entraram e reparei que a menina estava barriguda. No início não nos falamos. Eu olhava pelo retorvisor e tinha a impressão de que conhecia aquela moça. Determinado momento da corrida eles começaram a conversar animadamente. O casal demonstrava bastante sintonia. Legal! Coincidente mente falaram sobre faculdade, e falaram no nome da UERJ no papo deles. A memória deu um estalo na hora. A garota eu lembrei. Era aquela da UERJ, mas o rapaz não reconheci, (e eu vou reparar em homem! Hahaha!!!), enfim preferi não falar nada. Nisso, por causa dos meus olhares ela passou a me olhar também pelo retrovisor. De repente ela fala em voz alta, "-Ih! É o rapaz de quando nos conhecemos". E o cara indagou, "-É mesmo." Foi uma comoção da parte dos três. Eu perguntei para eles como tinha sido o desenvolvimento depois daquela corrida. Eles contaram que se reencontraram na facul, ficaram, namoraram, casaram e estavam a espera do primeiro filho. Eu achei pouco tempo, mas são coisas que só o coração pode explicar. A corrida chegou ao destino ela saiu e ele em seguida. Daí comentei com eles olhando para ela, "- O cara foi rápido hein!". Eles sorriram e disseram sem querer ao mesmo tempo, "foi amor a primeira vista!". Foram risos e um tchau agradável.
Pois bem! Estou eu de taxi agora em 2010 quando um casal faz sinal novamente na Tijuca. Eles entraram e reparei que a menina estava barriguda. No início não nos falamos. Eu olhava pelo retorvisor e tinha a impressão de que conhecia aquela moça. Determinado momento da corrida eles começaram a conversar animadamente. O casal demonstrava bastante sintonia. Legal! Coincidente mente falaram sobre faculdade, e falaram no nome da UERJ no papo deles. A memória deu um estalo na hora. A garota eu lembrei. Era aquela da UERJ, mas o rapaz não reconheci, (e eu vou reparar em homem! Hahaha!!!), enfim preferi não falar nada. Nisso, por causa dos meus olhares ela passou a me olhar também pelo retrovisor. De repente ela fala em voz alta, "-Ih! É o rapaz de quando nos conhecemos". E o cara indagou, "-É mesmo." Foi uma comoção da parte dos três. Eu perguntei para eles como tinha sido o desenvolvimento depois daquela corrida. Eles contaram que se reencontraram na facul, ficaram, namoraram, casaram e estavam a espera do primeiro filho. Eu achei pouco tempo, mas são coisas que só o coração pode explicar. A corrida chegou ao destino ela saiu e ele em seguida. Daí comentei com eles olhando para ela, "- O cara foi rápido hein!". Eles sorriram e disseram sem querer ao mesmo tempo, "foi amor a primeira vista!". Foram risos e um tchau agradável.
domingo, 5 de abril de 2009
Confusão no carro!
Era uma sexta feira a noite! A rua estava proporcionando vários passageiros, então entrei pela madrugada trabalhando. Lá pelas três horas da manhã, na Lapa, um casal faz sinal. Eles embarcaram no carro com um ar nervoso. Pediram para levá-los ao Méier. Nos primeiros momentos da corrida o casal era um silêncio pavoroso de dar sono. Tentei puxar um papo falando alguma coisa que não lembro, mas eles nem me deram bola. Fiquei meio receoso e continuava sentido aquele ar nervoso.Passando pela Tijuca, as primeiras palavras, aos berros ecoaram da voz da mulher, "-Filha da Puta, seu canalha, você pegou aquela piranha na minha frente!" disse a mulher. E continuou a acusá-lo de traição. E eu quieto pensando comigo, "- Ihhh! O bicho pegou". Me incomodava que o cara estava quieto só ouvindo também, e eu pensando, "- Quem cala consente". Mas o silêncio do homem também começou a incomodá-la. E ela disse gritando, "-Você não vai falar nada desgraçado!" De repente a mulher ficou insana e começou a bater nele sem parar. Gente!! Era cada tapão, bolsada e ainda deu um cuspe no malandro. Daí entrei na história. Parei o carro e falei em tom aspero, "-Moça, se você quer brigar pode descer agora do meu carro. Eu não tenho nada a ver com a vida de vocês, mas não posso aturar esse tipo de atitude aqui dentro! Ela se acalmou, desculpou-se, mas dava para ver que continuava puta da vida. Estranhamente, o cara continuou sem pronunciar uma palavra.
Voltei a andar. Aí era muito engraçado o que acontecia. Ela vinha dando bolsadas, tapas, mas com intervalos entre esses ataques contra ele. Me incomodava que o cara não tinha nenhuma reação de revide ou de interpelá-la pra parar. Só de dor. Eu me divertia em silêncio porque vinha o som do tapa e logo em seguida o "-Aiiii." do cara. Com isso eu já pensava, "-Pôrra, o que esse cara aprontou. Tem sangue de barata. Está apanhando bem dessa doida." Resolvi deixar rolar porque já estava chegando. Ela me explicava onde era, mas continuava atacando o cara. Parei ela pagou, e saindo deu outra bolsada nele. Já com os dois na rua foi hilária a última cena do casal. Ela foi dar mais um tapão no indivíduo, se desequilibrou e se espatifou em uma poça d'água na calçada. Eu caí na gargalhada vendo o episódio de dentro do carro, já saindo. Olhei para o cara e observei outra reação dele. Com a mão na barriga dando uma risada daquelas de bruxo! Eu pensei, "-Se vingou!"
Voltei a andar. Aí era muito engraçado o que acontecia. Ela vinha dando bolsadas, tapas, mas com intervalos entre esses ataques contra ele. Me incomodava que o cara não tinha nenhuma reação de revide ou de interpelá-la pra parar. Só de dor. Eu me divertia em silêncio porque vinha o som do tapa e logo em seguida o "-Aiiii." do cara. Com isso eu já pensava, "-Pôrra, o que esse cara aprontou. Tem sangue de barata. Está apanhando bem dessa doida." Resolvi deixar rolar porque já estava chegando. Ela me explicava onde era, mas continuava atacando o cara. Parei ela pagou, e saindo deu outra bolsada nele. Já com os dois na rua foi hilária a última cena do casal. Ela foi dar mais um tapão no indivíduo, se desequilibrou e se espatifou em uma poça d'água na calçada. Eu caí na gargalhada vendo o episódio de dentro do carro, já saindo. Olhei para o cara e observei outra reação dele. Com a mão na barriga dando uma risada daquelas de bruxo! Eu pensei, "-Se vingou!"
sábado, 5 de abril de 2008
Nada educada!
Passando pelo bairro de Ipanema, me faz sinal uma morena de meia idade e
bem arrumada. Eu abro a porta, falo um bom dia e ela nada responde.
Estava com a cara emburrada. Era o início do dia
por volta das oito horas. Não fazia tanto calor assim, mas ela seca falou
grosseiramente, "Liga o ar condicionado". Sem problemas liguei o ar, mas fiquei
um pouco chateado com a maneira de ser daquela mulher. Não deu bom dia, não
usou por favor e não parava com aquela cara fechada. Eu a conhecia de algum lugar. A minha impressão é que para ela, eu não estava ali ou então era alguma máquina. Até aí tudo bem! Qual taxista que nunca pegou uma pessoa antipática? Uns cinco minutos depois com o carro todo fechado a dita cuja me ascende um cigarro. Fiquei estarrecido. Essa mulher é mal educada mesmo.
Não aguentei e me diriji a ela com bastante educação dizendo que ela até poderia fumar mais que
eu abriria as janelas. Ela então me falou para não abrir as janelas que estava calor, que não apagaria o cigarro e ainda mandou eu ficar quieto. Não sou de arrumar confusão, mas achei aquilo o cúmulo da falta de educação. Encostei o carro e pedi para ela se retirar e arrumar outro carro onde ela poderia fumar com os vidros fechados, pois eu não aguentava o cheiro e a fumaça do cigarro. Ela disse que não sairia pois estava atrasada. Abri meus vidros e fiquei parado aguardando sem falar nada e ela me xingava de tudo que era nome dentro do carro. Do nada, para do meu lado uma viatura de polícia e o policial perguntou-me se estava tudo bem. Expliquei para ele o acontecido com ela ainda gritando no meu ouvido. Ele me entendeu e falou, "Essa não é a "fulana de tal" atriz da Globo. Aí eu reconheci a mulher. Os policiais pediram para que a tal atriz se retirasse do carro e arrumasse outro. Com xingamentos ela foi se retirando do carro para meu alívio. Já na rua continuou xingando a mim e os policiais. O mais interessante disso tudo foi que os caras não deram muita atenção para ela e nós todos a deixamos lá falando sozinha. Eles emparelharam comigo e me disseram, "essa atriz é doida e de vez em quando faz loucuras aqui em Ipanema, "deixa pra lá"."
bem arrumada. Eu abro a porta, falo um bom dia e ela nada responde.
Estava com a cara emburrada. Era o início do dia
por volta das oito horas. Não fazia tanto calor assim, mas ela seca falou
grosseiramente, "Liga o ar condicionado". Sem problemas liguei o ar, mas fiquei
um pouco chateado com a maneira de ser daquela mulher. Não deu bom dia, não
usou por favor e não parava com aquela cara fechada. Eu a conhecia de algum lugar. A minha impressão é que para ela, eu não estava ali ou então era alguma máquina. Até aí tudo bem! Qual taxista que nunca pegou uma pessoa antipática? Uns cinco minutos depois com o carro todo fechado a dita cuja me ascende um cigarro. Fiquei estarrecido. Essa mulher é mal educada mesmo.
Não aguentei e me diriji a ela com bastante educação dizendo que ela até poderia fumar mais que
eu abriria as janelas. Ela então me falou para não abrir as janelas que estava calor, que não apagaria o cigarro e ainda mandou eu ficar quieto. Não sou de arrumar confusão, mas achei aquilo o cúmulo da falta de educação. Encostei o carro e pedi para ela se retirar e arrumar outro carro onde ela poderia fumar com os vidros fechados, pois eu não aguentava o cheiro e a fumaça do cigarro. Ela disse que não sairia pois estava atrasada. Abri meus vidros e fiquei parado aguardando sem falar nada e ela me xingava de tudo que era nome dentro do carro. Do nada, para do meu lado uma viatura de polícia e o policial perguntou-me se estava tudo bem. Expliquei para ele o acontecido com ela ainda gritando no meu ouvido. Ele me entendeu e falou, "Essa não é a "fulana de tal" atriz da Globo. Aí eu reconheci a mulher. Os policiais pediram para que a tal atriz se retirasse do carro e arrumasse outro. Com xingamentos ela foi se retirando do carro para meu alívio. Já na rua continuou xingando a mim e os policiais. O mais interessante disso tudo foi que os caras não deram muita atenção para ela e nós todos a deixamos lá falando sozinha. Eles emparelharam comigo e me disseram, "essa atriz é doida e de vez em quando faz loucuras aqui em Ipanema, "deixa pra lá"."
domingo, 28 de outubro de 2007
O cara que não pagou!
Foi quando o taxista estava dirigindo seu carro e recebeu sinal de um cara na rua. "Me leva no Méier?" perguntou o homem. A viagem iniciou e partiram para o destino. No meio da viagem o cara mudou o itinerário para Campo Grande. O motorista mandou, " Vamos, sem problemas!" Eles passaram na Avenida Brasil em um horário de trânsito bom. Enfim chegaram ao destino. Uma fábrica abandonada.
O cara saiu dizendo que entraria na fábrica e apanharia o dinheiro. O motorista saltou do carro e esperou o passageiro ao lado do carro. O tempo passava e o cara não aparecia. Um minuto depois o motorista foi até a fábrica procurá-lo. Entrou e o mesmo cara saía por uma outra porta. O lugar parecia abandonado, pois não tinha ninguém e estava empoeirado. O dono do taxi resolveu continuar seguindo. Quando ele conseguiu indagou, "Amigo porque você está fugindo, não vai pagar? Na mesma hora o passageiro fugitivo surpreendeu o motorista e puxou uma arma. Ele falou, "Não vou pagar irmão." O taxista observou o cara com um olhar fulminante. Ele pensou que nunca mais esqueceria aquela fisionomia e disse para o cara o seguinte, "Tudo bem, se você quer assim valeu." O taxista virou-se e saiu. Quando chegou no carro relaxou daquele clima de tensão. Moral da história. NÃO BANQUE O MACHÃO CONTRA ALGUÉM ARMADO. SUA VIDA VALE MAIS QUE QUALQUER COISA NO MUNDO.
O cara saiu dizendo que entraria na fábrica e apanharia o dinheiro. O motorista saltou do carro e esperou o passageiro ao lado do carro. O tempo passava e o cara não aparecia. Um minuto depois o motorista foi até a fábrica procurá-lo. Entrou e o mesmo cara saía por uma outra porta. O lugar parecia abandonado, pois não tinha ninguém e estava empoeirado. O dono do taxi resolveu continuar seguindo. Quando ele conseguiu indagou, "Amigo porque você está fugindo, não vai pagar? Na mesma hora o passageiro fugitivo surpreendeu o motorista e puxou uma arma. Ele falou, "Não vou pagar irmão." O taxista observou o cara com um olhar fulminante. Ele pensou que nunca mais esqueceria aquela fisionomia e disse para o cara o seguinte, "Tudo bem, se você quer assim valeu." O taxista virou-se e saiu. Quando chegou no carro relaxou daquele clima de tensão. Moral da história. NÃO BANQUE O MACHÃO CONTRA ALGUÉM ARMADO. SUA VIDA VALE MAIS QUE QUALQUER COISA NO MUNDO.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
"Não dô"!!!
Sabemos das dificuldades de alguns colegas taxistas que transitam pelas ruas do Rio de Janeiro. Uns, com problemas financeiros, outros com problemas na família, outros com problemas mentais mesmo (Rsrsrsrs!!!).
Alguns problemas, as vezes levam pessoas ao extremo. Tem uma história interessante, do cara que um dia parado no sinal foi abordado por dois assaltantes. "Irmão, perdeu!" No assalto os criminosos queriam o carro do taxista. O taxista viu todo aquele filme triste de sua vida e desabafou dizendo, "Não dô!" Os bandidos ficaram sem reação e o taxista continuou, "Pôxa irmão, eu devo até a alma, não leva meu carro não." Um dos bandidos, olhou pela janela e disse, "Aí amigo, hoje é seu dia de sorte, vai embora". Sem pestanejar, o taxista arrancou com o carro e partiu. Ele pensava, "Esse puto vai mandar bala". Quando ele olhou pelo espelho, o bandido estava dando tchau e berrava, "Vai com Deus."
ESSE BANDIDO ERA BOM!
Alguns problemas, as vezes levam pessoas ao extremo. Tem uma história interessante, do cara que um dia parado no sinal foi abordado por dois assaltantes. "Irmão, perdeu!" No assalto os criminosos queriam o carro do taxista. O taxista viu todo aquele filme triste de sua vida e desabafou dizendo, "Não dô!" Os bandidos ficaram sem reação e o taxista continuou, "Pôxa irmão, eu devo até a alma, não leva meu carro não." Um dos bandidos, olhou pela janela e disse, "Aí amigo, hoje é seu dia de sorte, vai embora". Sem pestanejar, o taxista arrancou com o carro e partiu. Ele pensava, "Esse puto vai mandar bala". Quando ele olhou pelo espelho, o bandido estava dando tchau e berrava, "Vai com Deus."
ESSE BANDIDO ERA BOM!
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
VIOLÊNCIA NAS RUAS DO RIO
Quando o cara entra no carro começa aquele papo cabeça. Começamos a conversar sobre política, esporte, cultura, entre outros assuntos em pouco espaço de tempo. Ele deve ter se formado em advocacia. Não sei qual é sua especialidade, mas ele apanha sempre táxi no ponto do Centro da cidade, no Rio de Janeiro. Ele deve ter um escritório bacana ali por perto do ponto, isso porque sempre arredonda suas corridas para mais.
Outro dia eu perdido rodando na noite, quem me faz sinal? O cara lá do Centro. Eu acho que ele não me reconheceu de primeira porque estava assustado. Quando a figura entrou em sintonia e lembrou de mim contou o que tinha acabado de acontecer com ele. O cara tinha sido assaltado e levaram o carro dele. O acontecido foi no Méier. Ele deu a maior sorte do mundo porque eu o conhecia, pois ele estava sem dinheiro que levaram junto com a carteira, dentro do carro. Qual taxista do RJ aceitaria levar um desconhecido 2 horas da matina, sem dinheiro dizendo que foi assaltado? Na verdade a maioria não iria nem parar para ele.
É dura essa madruga do Rio de Janeiro! De noite, e às vezes até de dia, desconfiamos do passageiro que embarca em nosso veículo. É fundamental o passageiro
saber que SER TAXISTA TAMBÉM TEM SUAS MAZELAS EM RELAÇÃO À VIOLÊNCIA.
Outro dia eu perdido rodando na noite, quem me faz sinal? O cara lá do Centro. Eu acho que ele não me reconheceu de primeira porque estava assustado. Quando a figura entrou em sintonia e lembrou de mim contou o que tinha acabado de acontecer com ele. O cara tinha sido assaltado e levaram o carro dele. O acontecido foi no Méier. Ele deu a maior sorte do mundo porque eu o conhecia, pois ele estava sem dinheiro que levaram junto com a carteira, dentro do carro. Qual taxista do RJ aceitaria levar um desconhecido 2 horas da matina, sem dinheiro dizendo que foi assaltado? Na verdade a maioria não iria nem parar para ele.
É dura essa madruga do Rio de Janeiro! De noite, e às vezes até de dia, desconfiamos do passageiro que embarca em nosso veículo. É fundamental o passageiro
saber que SER TAXISTA TAMBÉM TEM SUAS MAZELAS EM RELAÇÃO À VIOLÊNCIA.
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